Projetos de Extensão

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Projeto: Observatório de Estudos Culturais & Diversidades
Orientadora: Sônia Regina Bressan Vieira
Bolsista: Ana Bárbara Fernandes do Nascimento
Resumo: “O Projeto de Extensão OBSERVATÓRIO DE ESTUDOS CULTURAIS E DIVERSIDADES está sendo proposto em sua 2ª edição considerando os resultados positivos da execução da primeira proposta. O projeto insere-se na Grande Área do Conhecimento de Ciências Humanas – Área de História e contribuiu, de forma significativa com o Programa de Bolsas de Extensão- Memória, Cultura e Sociedade, com a Linha de Extensão-Patrimônio cultural, histórico e natural, bem como, com o Grupo de Pesquisa- Estudos sobre Missões e Linha de Pesquisa-Memória Histórica Regional uma vez que, além de democratizar o processo de gestão cultural, está tendo repercussão também entre os atores missioneiros. O projeto visa consolidar a implantação do Observatório de Estudos Culturais & Diversidades, na URI/São Luiz Gonzaga,numa perspectiva interdisciplinar das questões culturais enquanto elemento constitutivo dos direitos humanos. Objetiva pensar, sobre a temática cultura, de forma coletiva e integrada – professores, acadêmicos, gestores de instituições culturais e instituições de Ensino Superior, comunitárias e públicas, escolares -públicas ou não- refletindo sobre o significado, direito à cultura, políticas e práticas culturais e sobre como podemos, juntos, buscar alternativas de desenvolvimento cultural no âmbito regional, nacional e internacional. A metodologia de trabalho possibilita a implementação do Observatório, equaliza conceitos adotados e constitui-se num processo sistêmico, através da realização de fóruns internacionais, encontros, seminários, exposições artístico-culturais, oficinas, debates e reflexões de caráter coletivo, participativo, dinâmico e interativo, com parcerias acadêmicas o que, sem dúvidas, já trouxe e continuará trazendo benefícios consideráveis à extensão e à pesquisa na área da cultura. Espera-se que o projeto continue proporcionando resultados através do intercâmbio entre os pesquisadores e agentes culturais, modernização, criatividade, inovação e demonstração de inteligência acadêmica gerando uma gestão dos debates.”

 

Projeto: Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Assessoria sobre Gênero
Orientadora: Sônia Regina Bressan Vieira
Bolsista: Carine Moraes Boelke
Resumo: “O projeto propõe a 2ª edição do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Assessoria sobre Gênero- NIEAG URI/São Luiz Gonzaga, já existente na universidade, no ano de 2001/2004 e retomado no ano de 2017, através do EDITAL/PROPEG Nº 05 de 03 de março de 2017 (Programa de Bolsas de Extensão) como um dos resultados do Projeto de Pesquisa/SIIC – Gênero e Violência: Direitos Humanos também para as Mulheres 2016/2018 e RENOVADO através do Edital 06 de 02 de março de 2018.Justifica-se a proposta de uma 2ª edição do Projeto – Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Gênero, sendo imperativa a sua continuidade, para que continue fortalecendo o sentimento de “pertencimento” e cidadania das mulheres. O projeto contribui com o Programa- Bolsas de Extensão, com a Área Temática- Direitos Humanos e Justiça, com o Grupo de Pesquisa- Política, Educação e Cidadania e para o avanço da Linha de Extensão- Grupos Sociais Vulneráveis integrada à Linha de Pesquisa- Gênero & Diversidades (proposta e aprovada no ano de 2018). Objetiva tornar visível a questão de Gênero na Universidade e na Sociedade, como espaços de afirmação de cidadania da mulher através da implementação do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Assessoria sobre Gênero. O Projeto equaliza conceitos como os de Gênero, Mulher e Núcleo de Gênero na visão teórica de Michelle Perrot, Georges Duby, Michel Foucault e Joan Scott e Judith Butler, entre outros. A metodologia de trabalho, constitui-se em um processo sistêmico, que envolve o método dedutivo de trabalho com procedimentos técnicos afinados com a implementação das atividades de intervenção na realidade constatada em fatos e nos resultados da Pesquisa- Violência contra a Mulher; direitos humanos também para as mulheres! através do Núcleo. A metodologia envolve, em especial a assessoria, apoio e atendimentos a mulheres em situação de violência, realização de oficinas de capacitação sobre violência de Gênero com integrantes da Rede de proteção à Mulher e outros serviços e órgãos; regulamentação da Rede de Proteção à Mulher em São Luiz Gonzaga e entorno, realização de eventos como o Fórum Internacional Violência de Gênero: um desafio à sociedade contemporânea, e a Semana da Consciência Negra, Seminários, Rodas de Conversa, Exposições, entre outros, envolvendo Universidade & Comunidade; realização de reuniões mensais da Linha de Pesquisa “Gênero & Diversidades; construção de Resumos, Artigos, Textos sobre a temática Violência de Gênero, entre outros, além de reuniões de planejamento, execução e avaliação das ações propostas. Espera-se, continuar promovendo uma integração entre Ensino, Pesquisa e Extensão, envolvendo a temática mulher e relações de gênero oportunizando assessoria e atendimentos à mulheres em situação de violência, encontros e espaços plurais e democráticos de discussões, de parcerias e de aproximação, reunindo a academia, a sociedade civil e atores governamentais democratizando a questão de gênero no município, na região, no estado, no país e fora dele.”

 

Projeto: Orientação Profissional – Construindo Projetos de Vida
Orientadora: Lizandra Andrade Nascimento
Bolsista: José Konzen
Resumo: “O Projeto de Extensão Universitária Orientação Profissional – Projetos de Vida pauta-se no objetivo primordial de oportunizar momentos de reflexão e diálogo sobre o mundo do trabalho, as exigências em termos de habilidades e competências, bem como as possibilidades de realização pessoal e profissional no cenário contemporâneo. A metodologia utilizada contempla um conjunto de ações, dentre as quais destacam-se: a busca de aprofundamento teórico sobre orientação profissional; visita às Escolas; realização de entrevistas com as turmas de terceiros anos do Ensino Médio; preparação dos encontros a partir das sugestões coletadas sobre os temas a serem abordados; reuniões periódicas com os coordenadores de cursos e direção da URI – São Luiz Gonzaga; realização das oficinas; avaliação e replanejamento. A partir dessa metodologia, busca-se visitar escolas de Ensino Médio de São Luiz Gonzaga e região; realizar sessões de bate-papo sobre escolha profissional; participar da Caravana do Conhecimento em São Luiz Gonzaga e São Borja; promover o debate sobre temas polêmicos sugeridos pelos estudantes, dentre os quais redução da maioridade penal, sexualidade e orientação de gênero, uso de drogas e preconceitos; bem como entrevistar profissionais de diferentes áreas. Observa-se como fundamental, estabelecer parceria com as equipes diretivas, em especial, com as orientadoras educacionais das escolas, e, ainda, envolver as famílias nas reflexões. Frente ao exposto, consideramos que a meta principal do projeto é propiciar o autoconhecimento, de forma que os estudantes analisem suas próprias competências, fragilidades e tendências, aprendendo a buscar o aperfeiçoamento constante, e, ampliar as informações sobre o mundo do trabalho, a fim de que os participantes conheçam as especificidades e as exigências atuais, articulando a adequação ao mercado com seus sonhos e anseios, o que é decisivo para a realização.”

 

Projeto: Acessibilidade Atitudinal – Sensibilização e Ludicidade
Orientador: Lizandra Andrade Nascimento
Bolsista: Sarah Caroline Ferreira Sides
Resumo: “A acessibilidade envolve os aspectos: arquitetônico, atitudinal, digital, pedagógico e metodológico. Dentre estes fatores, destaca-se a acessibilidade atitudinal como primordial para que ocorra a inclusão plena. Para tanto, a sensibilização dos educandos torna-se imprescindível, uma vez que as crianças e jovens, em geral, são mais acolhedores, contribuindo para criar um ambiente inclusivo. Concebemos que a sensibilização demanda a ludicidade. Nesse sentido, os contos de fadas inclusivos, elaborados por Cristiano Refosco configuram-se como excelentes instrumentos para o trabalho voltado à acessibilidade. A primeira edição projeto foi exitosa, pois os estudantes demonstraram a compreensão dos contos e puderam debater sobre a importância da inclusão. Ao longo desse processo, constatamos que outros temas são fundamentais para a acessibilidade atitudinal, dentre os quais o combate à exclusão e a defesa dos direitos humanos. Para tanto, incluiremos na nova edição projeto, os contos da coleção Antiprincesas e Antiheróis. Isso porque, estes contos problematizam a tendência de contar histórias de pessoas consideradas ‘importantes’, distantes da realidade vivenciada pelas crianças e pelos jovens, criando ideais inatingíveis pelos indivíduos. Esta nova forma de contar histórias de personagens históricos desconstrói visões, por vezes preconceituosas, e propõe um olhar respeitoso com a diversidade e a pluralidade. Portanto, o presente projeto visa sensibilizar os educandos quanto à inclusão e ao respeito a si, ao outro e ao ambiente, vinculando-se ao Núcleo de Acessibilidade da URI-SLG e articulando-se às metas do Programa Institucional de Acessibilidade e Inclusão da URI.”

 

Projeto: Oficina das Finanças na Escola: desenvolvendo comportamentos financeiros para usar o dinheiro com consciência, sustentabilidade, ética e empreendedorismo
Orientadora: Luciane de Oliveira
Bolsista: Ketlen Pinto da Silva Fonseca
Resumo: “As decisões pessoais na esfera financeira, algumas vezes, são realizadas de forma impensada e descontrolada, acarretando impactos negativos na vida dos cidadãos. Este fato ocorre, principalmente, pela ausência de educação financeira. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (2018), o tema educação financeira vem se destacando na agenda política global por cumprir um papel importante no empoderamento financeiro dos cidadãos e, como consequência, reflete de forma positiva na estabilidade do sistema financeiro e da economia. Diante de tal importância, acredita-se que os conhecimentos financeiros devem ser introduzidos na formação básica dos indivíduos. O interessante é que a educação financeira tenha mais espaço nas escolas, com o intuito de capacitar os alunos para situações financeiras futuras (JÚNIOR; SCHIMIGUEL, 2009). Assim, este projeto pretende promover o ensino da educação financeira aos alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental da Escola Básica da URI de São Luiz Gonzaga, desenvolvendo comportamentos financeiros para usar o dinheiro com consciência, sustentabilidade, ética e empreendedorismo. Para atingir o objetivo geral, as atividades serão realizadas semanalmente durante uma hora, onde busca-se discutir a importância da educação financeira para uma vida saudável, disseminar informações e conceitos que possibilitem uma noção preliminar de administração eficiente do dinheiro, estimular o consumo consciente que resulte em uma melhor qualidade de vida, além de desenvolver comportamentos empreendedores. Por fim espera-se que os resultados das ações realizadas na Oficina das Finanças tenham efeito multiplicador, ou seja, que se dissemine para o ambiente familiar e escolar.”

 

Projeto: Jogo da vida: Cidadania e Inclusão Social através do esporte
Orientador: Bruno Costa Teixeira
Bolsista: Wandryjetson da Rosa Bruck
Resumo: “Na sociedade atual, valores éticos e morais, foram praticamente esquecidos. Os valores já não são levados em consideração e os ídolos são normalmente jogadores de futebol ou artistas famosos. A prática de esportes na infância e adolescência, não é apenas um símbolo de cuidado com a saúde, mas também, uma ferramenta de integração e inclusão social. É expressivo, nos últimos anos, o aumento de projetos esportivos destinados a jovens de classes baixas. Se torna, neste sentido, fundamental que crianças e jovens aprendem muito mais que as técnicas esportivas. É preciso que as crianças aprendam noções de respeito, convívio coletivo, resoluções de conflitos e responsabilidade, além de, se afastar de convívios perigosos.
Pensando na questão de saúde, atualmente segundo o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a obesidade infantil é um dos problemas de saúde mais graves, principalmente nos países em desenvolvimento. Em 2010, havia cerca de 42 milhões de crianças com sobrepeso em todo o mundo. Esse fator é atribuído ao sedentarismo e também a alta ingesta calórica.
O exercício tem sido proposto como sendo o melhor tratamento para o combate do sedentarismo e por consequência da obesidade infantil e nesse contexto o presente projeto também demonstra uma grande importância nas questões de saúde (BRAMBILLA, 2011).
O projeto em questão propõe avanços na área de utilização do esporte como meio de inclusão social e cidadania, promovendo a participação de crianças “carentes” em atividades esportivas no contra turno escolar, afastando as crianças de riscos associados a ociosidade e também trazendo benefícios físicos, motores e culturais para os mesmos. É de extrema relevância social para a região que se tenha projetos que busquem promover o esporte como meio de inclusão social e cidadania, sendo que, são poucos os projetos que buscam esse fim na cidade, o que torna este projeto totalmente original.
Pelos motivos citados acima objetivamos com o projeto Jogo da Vida, promover ações esportivas que busquem promover o desenvolvimento social e físico para crianças do Lar Escola Nossa Senhora Conquistadora.”

 

Projeto: O Ensino de Direitos Humanos: O Debate da Questão dos Direitos Humanos na Escola
Orientadora: Juliana Bedin Grando
Bolsista: Ricardo Ferreira Bernardo
Resumo: “O presente projeto destina-se a estudar a temática dos direitos humanos no âmbito escolar. Os direitos humanos são amplamente discutidos em sede acadêmica e em organismos internacionais, por exemplo. Nos últimos anos, como forma de cumprimento das normativas internacionais e internas, o Brasil inseriu o debate no âmbito escolar, como o Plano Nacional de Direitos Humanos. No Rio Grande do Sul, foram instituídas as Diretrizes operacionais para a Educação em Direitos Humanos no Sistema Estadual de Ensino, que trabalha com a inserção do debate da temática pelos alunos do Ensino Médio e Básico e a obrigatoriedade da disciplina nos cursos de formação de professores. Como forma de inserção da Universidade na Comunidade e de retorno social, propõe desenvolverem-se atividades no Instituto Estadual de Educação Professor Osmar Poppe, por meio de mecanismos diversos como a realização de rodas de leitura, oficinas e debates acerca de um plano de ensino da disciplina. Espera-se como resultado a inserção do debate da temática no ambiente escolar e na comunidade que o rodeia, bem como a troca de experiências entre docentes da Universidade e da Escola, com vistas a confeccionar o plano de ensino da disciplina de Direitos Humanos. Por fim, almeja-se fortalecer as bases do ensino público com a inserção de temáticas no ambiente escolar e no entorno, como a comunidade escolar, os familiares e comunidade local.”