Projetos de Pesquisa

 

 

Projeto: Percepção ambiental da comunidade acadêmica da URI – São Luiz Gonzaga

Orientador: Jean Lucas Poppe

Bolsista: Franco Morais Garay

Programa: PIIC/URI

Resumo: Um dos maiores desafios das sociedades contemporâneas é manter o desenvolvimento econômico sem causar prejuízos ambientais às atuais e futuras gerações. Para isso, existem diversos acordos internacionais firmados entre países em desenvolvimento, como o Brasil. Porém, a formação de recursos humanos representa um grande desafio para o sucesso das ações de desenvolvimento sustentável. Nesse contexto, o presente projeto tem como objetivo investigar os interesses e a preocupação da comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários) da URI-São Luiz Gonzaga com relação a assuntos voltados à Sustentabilidade e Conservação Ambiental, destacando elementos favoráveis e limitantes para o engajamento do público alvo nas temáticas ambientais. Será realizada uma análise investigativa por meio de um questionário contendo 14 questões objetivas com relação aos temas “Sustentabilidade”, “Empreendedorismo” e “Conservação Ambiental”. Espera-se destacar os pontos positivos e negativos associados à abordagem da temática “sustentabilidade” no contexto universitário, o interesse empreendedor e as expectativas da comunidade acadêmica com relação ao desenvolvimento sustentável, indicando o papel das redes sociais no processo de divulgação desta temática.


Projeto: Acessibilidade na URI-SLG

Orientador: Lizandra Andrade Nascimento

Bolsista: Tatiane Foleto Munareto

Programa: PIIC/URI

Resumo: As discussões a respeito da acessibilidade perpassam os debates sobre a educação contemporânea, sobretudo a partir da publicação de documentos significativos, tais como os Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), de julho de 2013; o Programa Incluir: acessibilidade à Educação Superior (IFES – 2013); a Nota Técnica 385/2013; a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Lei 13.146/2015, que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência; e o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação. A partir consolidação do Programa Institucional de Acessibilidade e Inclusão e dos Núcleos de Acessibilidade em cada campus da URI, temos observado avanços significativos na garantia de acesso e permanência dos indivíduos no Ensino Superior. Todavia, as normas de acessibilidade estão em constante renovação, a fim de atender às demandas contemporâneas. Por isso, a instituição necessita investir permanentemente em melhorias que propiciem acompanhar as transformações e as exigências legais. É necessário acompanhar as mudanças nas legislações, a exigências das visitas in loco para avaliação de cursos pelo MEC e as novas demandas que se impõem a cada novo semestre. Diante desse cenário, cabe indagar acerca da trajetória da URI – São Luiz Gonzaga no que tange à acessibilidade. Portanto, o problema central desta pesquisa relaciona-se com o acompanhamento das políticas de acessibilidade na URI-SLG, tendo em vista a sua efetivação. Assim, temos a seguinte formulação do problema de pesquisa: quais os avanços, impasses e desafios vivenciados pela URI – São Luiz Gonzaga no processo de implementação de ações e políticas de acessibilidade, buscando tornar-se um espaço-tempo acessível e democrático para a comunidade acadêmica?


Projeto: Consequências Psicológicas do Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes

Orientador: Lizandra Andrade Nascimento

Bolsista: Sarah Caroline Ferreira Sides

Programa: PIIC/URI

Resumo: Conforme dados da Childhood Brasil, entre 2011 e 2017, o Brasil teve um aumento de 83% nas notificações gerais de violências sexuais contra crianças e adolescentes. No período foram notificados 184.524 casos de violência sexual, sendo 58.037 (31,5%) contra crianças e 83.068 (45,0%) contra adolescentes. Dentre os casos registrados no Disque 100, no período de 2011 a 2017, 92% das crianças e adolescentes vítimas de violência eram do sexo feminino. Segundo o Ministério da Saúde, 85% das denúncias referem-se à violência contra meninas. Crianças e adolescentes negros representam a maioria das vítimas de violência sexual, atingindo cerca de 51% dos casos. Quanto à faixa etária, nos registros do Dique 100, 28% dos casos ocorrem entre os 12 e 14 anos; 22% entre 15 e 17 anos e 19% dos casos ocorrem entre 8 e 11 anos. Para o Ministério da Saúde, 40% do total de notificações de violência sexual contra crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 21% dos casos vitimando crianças de 1 a 5 anos e 19% situações em que as vítimas são adolescentes de 15 a 19 anos. Diante desses dados, observamos a necessidade de ampliarmos os estudos a respeito do tema, compreendendo os fatores envolvidos no aumento significativo de casos de abuso sexual de crianças e adolescentes, bem como as consequências desses episódios no desenvolvimento das vítimas. Acreditamos que os profissionais da saúde precisam conhecer mais a fundo a temática para buscar estratégias que cooperem para a erradicação da violência e para a garantia da saúde e da qualidade de vida das crianças e adolescentes, de modo que possam se desenvolver de forma saudável. Dessa maneira, o projeto ora apresentado estrutura-se do seguinte modo:` Tema: Consequências do abuso sexual de crianças e adolescentes. Problema: Quais são os impactos do abuso no desenvolvimento infanto-juvenil? Como os profissionais da saúde podem contribuir para o enfrentamento da violência e para minimizar as consequências do abuso sexual de crianças e adolescentes? Hipóteses: O abuso sexual implica em severas consequências para o desenvolvimento infanto-juvenil, demandando intervenção dos profissionais da saúde junto às vítimas e suas famílias. Assim sendo, torna-se necessário ampliar o conhecimento a respeito da temática, buscando adequado subsídio para as ações de combate à violência e de suporte às vítimas e a seus familiares.